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Sentimentos são relacionados as pessoas ou a eles mesmos? Amo o objeto de meu amor ou a sensação que me proporciona? Caso ame o objeto porque o sentimento muda? Se amo o sentimento em si, porque a dificuldade de vinculá-lo a qualquer objeto?
Escrito por Bel às 13h22
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Amor Impessoal
Volta Volta Volta a acelerar Volta Volta Volta a maltratar Volta Volta Volta a se entregar Volta Volta Volta a perdoar Volta Volta Volta a esquecer Volta Volta Volta sem querer Volta Volta Volta quem quer que seja você
Escrito por Bel às 13h14
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3. Porque queremos uma Petrobrás 100% estatal - CPI da Petrobrás Porque as empresas privadas não fariam tudo que estiverem no alcance delas para ficarem com uma parte das reservas do pré-sal? É de conhecimento de todos que as campanhas políticas no Brasil recorrem a investimentos de empresas privadas. Porque as empresas têm interesse em financiar campanhas de políticos? Qual é o poder econômico da indústria de petróleo? É maior do que o PIB de muitos países. Será que esse poder econômico não é convertido em poder político através da mídia e de representantes nas diversas esferas do poder público? É realmente muita coincidência a criação da CPI da Petrobrás bem no momento de debate em torno do marco regulatório brasileiro. O blog da Petrobrás está comprovando a manipulação da mídia para prejudicar a imagem da empresa. Outra coincidência: esses “ataques” da mídia bem nesse momento. Será que abalar a imagem da Petrobrás não fortalece o discurso de que o Brasil não teria como financiar os investimentos necessários para a exploração do pré-sal e de que tudo que é estatal não presta?
Escrito por Bel às 16h42
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2. Porque queremos uma Petrobrás 100% estatal – Indústria Brasileira e Meio Ambiente
O Brasil tem competência para desenvolver ainda mais sua indústria petroquímica, agregando valor ao petróleo ao invés de vender a matéria-prima bruta. Uma empresa privada teria a preocupação de fomentar o parque industrial nacional? Apesar de mais fácil e lucrativo (em um primeiro momento), exportar a matéria-prima e importar o produto acabado do que desenvolver indústria/tecnologia nacional, isso é o melhor para o Brasil? Um ponto pouco questionado é sobre a gestão das reservas, no sentido de preservá-las para o futuro. Cada vez mais comentamos sobre os impactos que o ritmo de consumo mundial de hoje e a busca ostensiva por lucros cada vez maiores tem no meio ambiente. Será que precisamos retirar todo o petróleo que conseguimos, ou podemos deixar uma parte “guardada” por mais tempo? Será que uma empresa privada vai abrir mão dos lucros para pensar no futuro? Irá utilizar esses mesmos lucros oriundos do petróleo para rever a matriz energética arriscando investir em outras fontes de energia?
Escrito por Bel às 09h01
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1.Porque queremos uma Petrobrás 100% estatal – Um convite a Reflexão O setor energético é estratégico para qualquer país. Imaginem o mundo de hoje sem petróleo. Por que depender de empresas multinacionais sendo que podemos ter autonomia energética? A capitalização através do mercado financeiro contribui para a viabilidade de investimentos. Porém, está não é a única forma de se levantar dinheiro, como está comprovado pela Petrobrás perante a crise financeira. Além disso, porque devemos compartilhar com acionistas, de qualquer origem, os lucros oriundos do petróleo? Os benefícios do petróleo deveriam ser revertidos para o povo brasileiro. Há aqueles que defendem que o mercado financeiro é um meio democrático de repartimento dos lucros de uma empresa. A lógica é simples: qualquer pessoa pode comprar ações e ajudar uma determinada empresa, em contrapartida, recebe diretamente a participação proporcional dos lucros provenientes do investimento que ajudou a financiar. Na teoria faz sentido, porém na prática questiono: quantas pessoas realmente podem comprar ações? Não estaríamos servindo a velha máxima de dinheiro gera dinheiro? E a distribuição de renda onde fica? Considerando que o Brasil tem possibilidade de financiar os investimentos necessários na área energética mesmo sem precisar recorrer diretamente ao mercado financeiro; que o Petróleo é riqueza nacional e deveria gerar benefícios para o povo brasileiro; que o setor energético é estratégico; porque não defender uma Petrobrás 100% estatal?
Escrito por Bel às 18h11
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O que faz de um amor Grande? Temos amores e amores Não é tão simples assim Mas há aqueles que nos marcam, nos transformam para sempre É preciso reconhecer a importância E perceber que o fato de ter acabado Não abala sua magnitude Seguir adiante, sem manchar ou imacular as lembranças Na fuga através de um marco do fim Que como história permanece no passado Mas que se perpetua nas individualidades Eternas amantes do amor Na busca da felicidade Que outrora encontraram juntas Desejar genuinamente A felicidade daquele que se foi Satisfazer-se com a contribuição na formação do outro Ver nele um pedaço de si Na maturidade de uma alma já sofrida Perceber que cada desavença e partida são preparatórias Para as perdas dessa vida Às vezes a história se impõe aos indivíduos E conhecemos nossas limitações Perdemos o porto seguro Para redescobrimos o mundo Com cada par que encontraremos Nessa estranha existência De momentos eternos que encontrarão seu fim Perpetuados na lembrança presente em cada novo amor
Escrito por Bel às 23h55
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Sociedade Adormecida Por dentro sangra preto Sem deixar estancar a ferida Não percebe a possível hemorragia Com a obstrução das veias venosas Que permitem o sangue, pelo corpo circular A acumulação daquilo que poderia servir à vida Atualmente é a origem da própria ferida Que de um simples roxo, proferirá Exportando a matéria da vacina Sem primeiro, se preocupar Com a própria epidemia O povo brasileiro adoecerá O Pré-Sal é nosso
Qual versão desse poema vocês preferem???
Escrito por Bel às 17h09
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Sociedade Adormecida Por dentro sangra preto Sem deixar estancar a ferida Não se dá conta da possível hemorragia Com a obstrução das veias Que permitem o sangue circular A acumulação daquilo que pode ser vida Atualmente é a própria ferida Que de um simples roxo Proferirá Exportando a vacina Sem se preocupar com a própria epidemia O povo brasileiro adoecerá O Pré-Sal tem que ser nosso!
Escrito por Bel às 20h02
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Escrito por Bel às 14h42
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Presidente Gabrielli participa de programa Roda Viva, da TV Cultura O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, estará no programa Roda Viva, da TV Cultura, nesta segunda-feira (8/6). Com apresentação de Heródoto Barbeiro, a entrevista será transmitida ao vivo na IPTVCultura – www.iptvcultura.com.br -, canal exclusivo da Cultura para exibição na web, a partir das 18h30, e exibida pela TV Cultura, às 22h10, sem qualquer corte ou edição. Durante o programa, Gabrielli deverá falar a respeito da CPI no Senado Federal; do crescimento da empresa em todo o mundo; da exploração do pré-sal; e das energias alternativas, como o biodiesel. A entrevista do Roda Viva será transmitida, ao vivo, às 18h30 e a partir das 17h30 o público pode conferir os preparativos para sua entrada no ar pela IPTVCultura. O internauta pode enviar, em tempo real (e também antecipadamente pelo site do programa – www.tvcultura.com.br/rodaviva), comentários, opiniões e perguntas para o entrevistado. Além de participar de bate-papo, acompanhar as discussões via Twítter, e visualizar extenso conteúdo multimídia, contextualizando o tema abordado.
Escrito por Bel às 10h36
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Saber qual é seu lugar no mundo Ouvir o chamado social Entender a demanda do povo Que vai além de capricho pessoal Avaliar o que é possível ser feito Equilibrar desejo com potencial Vida pessoal e vida pública Qual o limite dessa separação tão crucial? Encontrar o sentido das coisas Fazer por fazer não gera realização Conciliar potência com necessidade Na busca de alternativas à atual situação Consciência coletiva Através do processo de individuação No eu encontrar o nós Unir a voz da razão com coração Como ficar sentada assistindo a história passar ? Desculpe-me alguns Mas o mestrado vai ter que esperar.
Demorei para decidir, mas vou entrar para o sindicato da Petrobras.
Escrito por Bel às 09h58
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CARTA ABERTA AOS PARLAMENTARES Por uma Petrobrás 100% pública e com compromisso social! Pela retomada do monopólio estatal do petróleo! Os trabalhadores, estudantes, militantes sociais e todos os brasileiros que defendem a soberania nacional estão nas ruas, de prontidão, para impedir qualquer tentativa de retomada do projeto de privatização da Petrobrás. A CPI instalada no Senado tem por objetivo desestabilizar a maior empresa pública da América Latina, que tem sido fundamental para alavancar o crescimento do nosso país, movimentando a economia, gerando empregos e fazendo do Brasil uma potência mundial na produção de petróleo e gás e no desenvolvimento de tecnologias de ponta. Tanto o Banco Mundial, quanto o FMI, vêm destacando que a economia brasileira apresenta um diferencial em relação aos demais países nesta que é a maior crise econômica que o mundo moderno já passou. Este diferencial tem nome: a Petrobrás, que, sozinha, responde por mais de 20% de todos os investimentos anualmente feitos no país. É neste cenário de mundo em crise, com claros reflexos na economia brasileira, que os parlamentares da oposição resolveram instalar uma CPI para investigar a empresa. Eles sabem que uma investigação do Senado Federal pode dificultar a captação dos recursos internacionais que são fundamentais para a Petrobrás realizar seus investimentos previstos. Querem parar a Petrobrás para que os efeitos da crise internacional no país se agravem. Mais do que isso, querem que o governo recue na sua intenção de fazer chegar aos mais pobres a riqueza gerada com a exploração do pré-sal. Uma riqueza estimada entre US$ 3 trilhões e US$ 9 trilhões! Estas são as reais intenções da CPI armada contra a Petrobrás, que tem por objetivo impedir mudanças na atual legislação, beneficiando as multinacionais que querem continuar explorando, de forma predatória, o petróleo brasileiro. A campanha “O petróleo tem que ser nosso” aglutinou trabalhadores, estudantes, movimentos populares e frentes de esquerda na luta por uma nova legislação, que restabeleça o monopólio estatal do petróleo e uma Petrobrás 100% pública e com compromisso social. Só assim, garantiremos que as riquezas geradas pelo pré-sal sejam utilizadas em benefício da população e não dos grupos econômicos privados. Portanto, a Federação Única dos Petroleiros (FUP), a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) continuarão nas ruas, de prontidão, defendendo o patrimônio público e a soberania nacional, desmascarando esses parlamentares entreguistas e antipatriotas. Brasília, 03 junho de 2009 Federação Única dos Petroleiros Central Única dos Trabalhadores Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil
Escrito por Bel às 09h46
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Homenagem a um grande amigo que se surpreendeu ao escrever sua primeira poesia. Parabéns! Poesia não precisa ser erudita Até mesmo um leigo Que tenha tristeza no peito Faz versos com sentimento Mas não é qualquer tristeza Tem que ser aquela já amadurecida Estanque, curtida Que já faz parte da vida Não apenas de momento Uma boa poesia É de tristeza vivida Amargada, presa aqui dentro Para apreendermos sua beleza Abstrair toda alegria Assim se faz uma poesia Que mesmo alegre sempre tem um quê de melancolia
Escrito por Bel às 10h42
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Quero um Amor de Mentira O poeta, por dentro, sangra Acostumado a solidão. Costume que estancou o verso, Dominado pelo cérebro, Preso em um mar sem ilusão. Nessas linhas me redimo, Buscando ouvir o que por tempos calei. Quero novamente sangrar, Mas não pelo que já pensei. Como redescobrir o caminho, Daqueles que mal sabem andar? Encontrar a trilha escondida, Sem pedaços de pão, para não mais voltar. Aquele verso estancando, Aquela ilusão não vivida, Aquele presente passado, Aquele amor de esquina. Não tem valor essa vida Sem sentimento no peito. Não digo por amigo, Tão pouco altruísta, Mas um amor de mentira, Daqueles que já se sabe que não tem jeito. Desses que de cara o coração já sente Que a cada batida mais forte Mais estoura o peito. Como um prazeroso trago Que enche os pulmões do que não fica Largando só cinzas por dentro
Escrito por Bel às 22h27
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A quem serve a extradição de Cesare Battisti? TAYLISI DE SOUZA CORRÊA LEITE
No fim da primeira década do século XXI, sessenta anos após a Declaração Universal dos Direitos Humanos, elaborada no ambiente de comoção do pós-guerra, ainda assistimos a inúmeras afrontas aos direitos humanos e à democracia, em nome da supremacia de interesses conservadores, mascarados sob o manto de uma suposta legalidade. A celeuma em torno do processo de extradição de Cesare Battisti é apenas mais um exemplo emblemático de como a direita atua. Ele próprio, pivô de uma contenda que assumiu contornos monumentais, já declarou à imprensa não compreender tamanho drama internacional em torno de seu caso. Battisti, nos anos 70, integrou o grupo italiano PAC (Proletários Armados pelo Comunismo), ligado às Brigadas Vermelhas, movimentos europeus revolucionários de esquerda, afeitos à luta armada. Perseguido pelo governo reacionário da época, a cuja corrente política se liga o atual presidente italiano Silvio Berlusconi, o ex-militante foi condenado por crime de "organização subversiva", e quatro homicídios, dos quais ele nega, sistematicamente, ser o autor. Não por acaso, ao requerer a extradição, o governo italiano omitiu a primeira condenção, o que, desde logo, enseja vício formal no pedido, por violação do dever de verdade processual. Porém, para além do argumento de forma, há a clara constatação de que o governo italiano quer distorcer uma perseguição nitidamente política, solicitando a extradição de um suposto homicida, e não de um militante de esquerda. O Ministro da Justiça brasileiro, Tarso Genro, coerente com sua própria história pessoal e com os princípios do Estado brasileiro, concedeu refúgio político a Battisti, entendendo que há fundado temor de perseguição política pairando sobre o fato. Agora, a questão será dirimina por nosso Pretório Excelso, assim que retomar suas atividades, nesta segunda-feira (02/02/2009) . Juridicamente, há um argumento invencível para a não concessão do pedido de extradição pelo Brasil – os crimes imputados ao italiano são anteriores à Lei da Anistia. A Lei Federal 6.683, de 28 de agosto de 1979, anistiou todos os brasileiros e estrangeiros que praticaram delitos até aquela data, dentro do regime de exceção da ditadura. Isso beneficiou até mesmo os torturadores, os quais não tinham por escopo lutar por uma sociedade mais justa, como era o caso das Brigadas européias. O princípio da dupla incriminação veda a concessão de extradição se a conduta já foi anistiada pelo país requerido. No Brasil, a punibilidade de Battisti está extinta por força de Lei. Se, aqui, ele jamais seria punido pela conduta, é juridicamente inadmissível sua extradição a outro país que pretende executar a pena – no caso, de prisão perpétua. Até a sua prisão provisória, forjada pela polícia federal no Rio de Janeiro, é absolutamente ilegal. Mas, a despeito da força normativa de tais argumentos, não se sabe qual será a postura do STF, já que se trata de questão nitidamente política. Parte da imprensa tem denominado Cesare Battisti de "terrorista italiano". Após setembro de 2001, o termo "terrorista" tem sido empregado por conservadores, toda vez que uma ação política incisiva contraria seus interesses. As ações terroristas, como as da Al-Qaeda, caracterizam- se por eleger alvos civis desprotegidos, sempre com o elemento surpresa, para espalhar pânico entre uma população. Contudo, esse modus operandi não se confunde com a luta armada revolucionária, apesar desta forma de ação não ser elogiável, por apelar à violência. Aliás, o próprio Battisti, pai de família de 53 anos, reconhece o equívoco dessa via, afirmando que "caiu na cilada da luta armada". Terroristas são os ataques de Israel à Faixa de Gaza, o Nazi-fascismo, as bombas norte-americanas em Hiroshima e Nagasaki. Mas os direitos humanos só valem para os opressores quando seus propósitos sórdidos serão alcançados. O pivô italiano abrigara-se na França, trabalhando como zelador para sustentar suas três filhas, quando o presidente francês Mitterrand lhe concedeu asilo político; todavia, ao assumir, Jacques Chirac deferiu a extradição. Desde então, Battisti está no Brasil. Ora, o governo italiano, fortemente influenciado pela ideologia fascista que volta a assombrar a Europa, insiste em criar um incidente diplomático escabroso com o Brasil, devido à negativa do Ministro Tarso Genro. Berlusconi pediu o apoio de toda a União Européia, para incitar a animosidade entre nosso país e o velho continente, sendo prontamente apioado pelo atual presidente da França, Nicolas Sarkozy, também de extrema direita, que quer fazer da demanda um trunfo eleitoreiro. Lembremos, portanto, meus caros, que, há muito, os interesses são os mesmos; o que muda são as estratégias. Terror é o que causa um sistema excludente, vitimando milhões de famintos há séculos. Esperemos que, ao menos em nome da legalidade, o Supremo Tribunal Federal não reproduza o erro que cometeu com Olga Benário, conservando a respeitabilidade de nosso Estado e honrando nosso compromisso com a dignidade humana e a democracia.
Advogada, Professora de Direito, Especialista em Direito Penal e Processo Penal
Escrito por Bel às 10h07
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